Carlos, Marques, Vieira e Davanso Advogados Associados

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Área de atuação

Direito Tributário

Análise jurídica de obrigações fiscais e da relação entre contribuintes e administração tributária.

O Direito Tributário organiza a relação entre contribuintes e União, Estados e Municípios. A complexidade das obrigações principais e acessórias exige análise integrada da legislação, dos documentos fiscais, da atividade desenvolvida e das mudanças decorrentes da reforma tributária.

Questões relacionadas

  • Consultoria tributária
  • Obrigações e procedimentos fiscais
  • Defesas administrativas
  • Contencioso tributário
  • Análise de riscos
  • Reforma tributária e transição

01

Consultoria e prevenção de riscos fiscais

A consultoria tributária jurídica examina fatos concretos da operação, enquadramento das atividades, contratos e obrigações aplicáveis. Seu objetivo não é criar soluções artificiais, mas identificar riscos, interpretar normas e apoiar decisões documentadas e compatíveis com a legislação.

Alterações societárias, novos produtos, expansão territorial, reorganizações e contratos relevantes podem produzir efeitos fiscais. A participação jurídica antecipada permite coordenar decisões com a contabilidade e demais profissionais responsáveis.

02

Fiscalizações, autos de infração e defesa administrativa

Intimações e autos de infração precisam ser analisados desde o recebimento. Prazos de resposta, autoridade competente, fundamentação da cobrança, documentos e procedimentos adotados influenciam a estratégia de defesa.

No processo administrativo, podem ser discutidos fatos, interpretação da legislação, base de cálculo, penalidades e regularidade do lançamento. A organização de documentos fiscais e contábeis, acompanhada de argumentação jurídica coerente, é essencial para apresentar a posição do contribuinte.

03

Cobrança judicial e regularidade fiscal

Créditos tributários inscritos podem resultar em protesto, restrições e execução fiscal. A defesa judicial pode envolver análise da certidão de dívida, prescrição, responsabilidade, garantias e matérias admitidas em cada instrumento processual.

Também podem surgir demandas relacionadas a certidões, parcelamentos, compensações e medidas para discutir exigências ou preservar a atividade durante o processo. A escolha da medida depende da situação do débito e não deve ser padronizada.

04

Reforma tributária e acompanhamento contínuo

A regulamentação do IBS e da CBS introduz mudanças relevantes e período de transição. Empresas precisam acompanhar efeitos sobre contratos, formação de preços, documentos, créditos e sistemas internos, sempre em conjunto com a área contábil e fiscal.

O CMADV acompanha questões tributárias em Campo Grande e Mato Grosso do Sul com análise jurídica preventiva, administrativa e judicial. Como a legislação muda com frequência, cada orientação considera o texto vigente no momento da consulta.

05

Planejamento tributário lícito e documentação

Planejamento tributário responsável parte da atividade real, possui propósito econômico e respeita a legislação. Comparar regimes, reorganizar operações ou aproveitar tratamentos previstos em lei exige participação jurídica, contábil e financeira, além de documentação que demonstre fundamentos e execução.

Soluções que prometem redução automática ou desconsideram a substância da operação podem gerar autuações e responsabilização. A análise deve registrar premissas, limites, riscos interpretativos e mudanças normativas que possam alterar a conclusão no futuro.

06

Integração entre jurídico, fiscal e contabilidade

Informações tributárias nascem em contratos, cadastros, notas, sistemas e rotinas operacionais. Por isso, a área jurídica precisa compreender o fluxo de dados e dialogar com contabilidade, fiscal, tecnologia e gestão.

Uma defesa consistente depende da correspondência entre argumento e documentação. Revisões periódicas, matriz de responsabilidades e protocolo para recebimento de intimações ajudam a evitar perda de prazos e respostas contraditórias perante diferentes autoridades.

Dúvidas frequentes

Informações iniciais sobre Direito Tributário

Receber uma intimação fiscal significa que a cobrança está correta?

Não necessariamente. A intimação deve ser analisada quanto aos fatos, fundamentos, documentos e prazo de resposta, sem presumir automaticamente validade ou invalidade.

É possível discutir tributos antes da execução fiscal?

Dependendo da situação, a discussão pode ocorrer em processo administrativo ou por medida judicial adequada. A escolha depende da fase da cobrança e do objetivo buscado.

A reforma tributária já exige preparação?

Sim. Mesmo com transição gradual, contratos, sistemas, preços e procedimentos podem precisar de análise antecipada conforme a regulamentação vigente.

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